{"id":124,"date":"2014-09-26T15:40:39","date_gmt":"2014-09-26T18:40:39","guid":{"rendered":"https:\/\/xplastic.com.br\/scat-tesao-merda\/"},"modified":"2020-01-03T22:37:22","modified_gmt":"2020-01-04T01:37:22","slug":"scat-tesao-merda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xplastic.com.br\/blog\/scat-tesao-merda\/","title":{"rendered":"Entrevistei praticantes de scat para entender o tes\u00e3o por merda"},"content":{"rendered":"<p><strong>Ouvi\u00a0homens que gostam muito de brincar com merda e uma mulher\u00a0que pratica\u00a0toda semana com o marido. No final desta mat\u00e9ria, confira entrevista em v\u00eddeo\u00a0com uma atriz que faz scat &#8211; e um pouquinho do que ela sabe fazer de melhor\u00a0<\/strong><br \/>\n<!--more--><\/p>\n<p>O fetiche conhecido como <strong>scat<\/strong> pode abarcar o tes\u00e3o por cuspe, suor, chul\u00e9, v\u00f4mito, mijo, peido e merda &#8211; ou tudo isso misturado. \u00c9 at\u00e9 comum encontrar\u00a0quem goste de\u00a0levar umas cuspidas durante aquele sexo louco, no entanto\u00a0manusear\u00a0coc\u00f4, ou idolatrar os gases de algu\u00e9m \u00e9 algo para poucos. Com o <strong>tes\u00e3o por merda<\/strong> \u00e9 assim: o mesmo <strong>cu<\/strong> que \u00e9 <strong>penetrado<\/strong>\u00a0torna-se abomin\u00e1vel quando defeca.<\/p>\n<div class=\"epcl-gallery\"><ul class=\"columns-3 grid-container grid-parent np-tablet np-mobile\"><\/ul><div class=\"clear\"><\/div><\/div>\n<p>\u201cO car\u00e1ter excretor do \u00e2nus \u00e9 esquecido, o que \u00e9 um exemplo claro do processo hist\u00f3rico em que, durante s\u00e9culos, fomos treinados a ignorar nossas secre\u00e7\u00f5es e trat\u00e1-las como inimigas do corpo e, principalmente, inimigas do <strong>bom gosto<\/strong> e da educa\u00e7\u00e3o. Na m\u00eddia e na pornografia, o <strong>sexo anal<\/strong> \u00e9 diretamente aceito quanto mais \u2018limpinho&#8217; ele for, ou seja, sem possibilidades de odores, gostos, tato ou vis\u00f5es associadas \u00e0s fezes e urina&#8221;. As aspas s\u00e3o do pesquisador Jorge Leite Jr., doutor em ci\u00eancias sociais com quem conversei para entender melhor o <strong>scat<\/strong>.<\/p>\n<p>No livro <a href=\"http:\/\/books.google.com.br\/books?id=u_W8dGXrFqwC&amp;pg=PA4&amp;lpg=PA4&amp;dq=comprar+Das+maravilhas+e+prod%C3%ADgios+sexuais:+a+pornografia+%22bizarra%22+como+entretenimento&amp;source=bl&amp;ots=4oIoTfYETk&amp;sig=yZRan6QComPG1cS0zhhcqamdd2A&amp;hl=pt-BR&amp;sa=X&amp;ei=2oUjVJaJAsrwgwTFrID4Aw&amp;ved=0CDUQ6AEwAw#v=onepage&amp;q&amp;f=false\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><em>Das maravilhas e prod\u00edgios sexuais: a pornografia &#8220;bizarra&#8221; como entretenimento<\/em><\/a>\u00a0Jorge explica que ainda na passagem do s\u00e9culo XIX o sexo oral era associado ao <strong>masoquismo<\/strong>, tendo em vista a proximidade dos \u00f3rg\u00e3os sexuais com a urina e as fezes. Ou seja, boquetes, chupadas e beijo grego eram considerados t\u00e3o dignos da pervers\u00e3o de um Marqu\u00eas de Sade quanto o sexo com excrementos \u00e9 considerado hoje. Alguns praticantes de scat realmente associam sua prefer\u00eancia \u00e0 humilha\u00e7\u00e3o e ao sofrimento &#8211;\u00a0e gostam desse sofrimento para ter prazer na hora do sexo.\u00a0Por\u00e9m, isso n\u00e3o acontece com nenhuma das pessoas que entrevistei. Relatam que seu prazer reside na<strong> intimidade m\u00e1xima<\/strong>\u00a0envolvida no ato de defecar, ou simplesmente porque apreciam a textura, o cheiro e o gosto das fezes.<\/p>\n<h3>No para\u00edso chove marrom<\/h3>\n<p>Para fazer esta mat\u00e9ria, contatei os entrevistados via sites especializados em scat, ou em comunidades do <a href=\"https:\/\/fetlife.com\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Fetlife<\/a>. Apenas um dos participantes \u00e9 um amigo pessoal, que me mandou uma mensagem privada ao saber da pauta e me revelou altos segredos. Todos eles usam nomes fict\u00edcios, porque, caso contr\u00e1rio, seriam condenados e zoados <del>pela gentalha<\/del>.<\/p>\n<p>Perguntei a todos os entrevistados qual a <strong>primeira lembran\u00e7a<\/strong> que tinham sobre\u00a0gostar de scat. Em todos os relatos \u00e9 poss\u00edvel perceber\u00a0que \u00e9 uma experi\u00eancia positiva para eles, n\u00e3o associada ao prazer pela\u00a0humilha\u00e7\u00e3o (que n\u00e3o seria tamb\u00e9m algo necessariamente problem\u00e1tico):<\/p>\n<p><strong>Silvia:<\/strong> me lembro que quando era crian\u00e7a gostava de brincar com xixi. Eu morava em um s\u00edtio e fazia em lugares diversos, em potinhos&#8230; Eu fazia no banho e passava no corpo.<\/p>\n<p><strong>Poopy Pants:<\/strong> eu tinha doze anos e fiz coc\u00f4 nas cal\u00e7as enquanto olhava uma revista Playboy. Me masturbei pela primeira vez naquele dia, sentindo minhas cal\u00e7as cheias de merda.<\/p>\n<p><strong>Rickyb58:<\/strong> eu comecei com 14 anos. Li uma carta na Revista Penthouse de algu\u00e9m que gostava de colocar bananas no cu e cag\u00e1-las para fora. Quis tentar. Como eu tinha dificuldade em colocar bananas descascadas na minha bunda, ent\u00e3o eu apenas comecei a cagar nas cal\u00e7as e amei a sensa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>L\u00e9o Scat:<\/strong> desde crian\u00e7a, com 7 ou 8 anos de idade, tenho lembran\u00e7as de gostar de merda. Nessa idade, inclusive, cheguei a cheirar a bunda de um amiguinho meu e s\u00f3 confirmei que adorava cheiro de cu sujo e de coc\u00f4.<\/p>\n<p><strong>Cezinha:<\/strong> com uns 14 anos de idade, no meio dos meus porn\u00f4s \u201cnormais\u201d que eu baixei, veio um de uma japa que vomitava numa panela, mexia e comia de novo. Ela repetia isso por uns 10 minutos, era uma panela grande, parecia que ela estava cozinhando algo do jeito que ela mexia. Era muito foda e isso me deixou extremente excitado.<\/p>\n<p><strong>Vivo Clarotim:<\/strong> meu gosto por scat veio tarde. H\u00e1 dois anos, vendo um site de porn\u00f4 gay, me deparei com <a href=\"http:\/\/www.boyfriendtv.com\/videos\/6953\/dude-shitting-during-ass-toying.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">esse v\u00eddeo de scat<\/a>. Achei interessante, n\u00e3o sei bem a princ\u00edpio o que me chamou aten\u00e7\u00e3o, mas gostei. Logo segui vendo mais v\u00eddeos, at\u00e9 que encontrei no mesmo site outro v\u00eddeo desse mesmo cara e gostei mais ainda.<\/p>\n<h3>Em busca<\/h3>\n<div id=\"attachment_13205\" style=\"width: 650px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-13205\" class=\"wp-image-13205 size-full\" src=\"https:\/\/s3.amazonaws.com\/xplastic-media\/wp-content\/uploads\/2014\/09\/Wet.png\" width=\"640\" height=\"400\" \/><p id=\"caption-attachment-13205\" class=\"wp-caption-text\">O scat lover Wet, que gosta de sentir suas cuecas bem sujas<\/p><\/div>\n<p>Em que momento da rela\u00e7\u00e3o deve-se propor aquela brincadeira com merda ou v\u00f4mito? Encontrar parceiros que gostem de scat, principalmente do <strong>sexo feminino<\/strong>, n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil. Silvia \u00e9 uma das poucas sortudas que pratica scat na rotina de seu <strong>casamento<\/strong>. Ela convenceu o marido, com quem \u00e9 casada h\u00e1 menos de um ano, a se tornar tamb\u00e9m um adepto. \u201cHoje em dia, ele curte mais do que eu, mas n\u00e3o foi f\u00e1cil. Comecei <strong>sujando o pau dele no anal<\/strong> e ele n\u00e3o se importava, ent\u00e3o fui sujando cada vez mais e tamb\u00e9m fazia xixi no pau e ele n\u00e3o reclamava de nada. Um dia no banho pedi pra ele fazer xixi no meu corpo e ele ficou meio sem jeito, mas fez e aos poucos foi ficando cada vez melhor. Um dia deixei o notebook aberto no blog do Vivo Clarotim e hoje n\u00e3o fica um dia sem ver os v\u00eddeos.<\/p>\n<p>L\u00e9o Scat, que tamb\u00e9m tem um <a href=\"http:\/\/scatsexo.blogspot.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">blog\u00a0sobre scat<\/a>, \u00e9 casado h\u00e1 4 anos e a esposa soube de seu fetiche\u00a0ainda na \u00e9poca em\u00a0que eles namoravam, mas nunca quis fazer. &#8220;Ela acha que \u00e9 uma humilha\u00e7\u00e3o para ela, mesmo que quem receba seja eu. No entanto, ela sempre permitiu que eu procurasse e fosse atr\u00e1s de quem pratica e quem possa fazer comigo. <strong>Somos felizes assim<\/strong>. Hoje, o amor fala mais alto, mas n\u00e3o sei se resiste para sempre. D\u00e1 muita vontade de ter uma companheira que fa\u00e7a, mas tamb\u00e9m \u00e9 muito dif\u00edcil achar uma mulher assim. Se achasse, a\u00ed seria complicado\u2026&#8221;.<\/p>\n<p>Cezinha\u00a0usa uma t\u00e1tica peculiar para avaliar se vai rolar um scat com a mulher que ele est\u00e1 pegando: \u201co esquema \u00e9 a mina que est\u00e1 apaixonadinha, porque mesmo que ela n\u00e3o curta acaba topando \u2018pra agradar&#8217;. A\u00ed eu dou uma <strong>mijada na coxa<\/strong> dela durante o banho, s\u00f3 para ver a rea\u00e7\u00e3o&#8221;.<\/p>\n<p>Vivo Clarotim curte apenas homens e ainda n\u00e3o achou o cara ideal para realizar sua maior fantasia com scat, que envolve\u00a0uma <strong>caganeira<\/strong>. Enquanto este dia n\u00e3o chega, ele vai fantasia muito, at\u00e9 em\u00a0momentos que poucas pessoas achariam sexy. \u201cQuando eu vou a banheiros p\u00fablicos, fico alucinado vendo os caras entrarem nas cabines. Chego \u00e0s vezes a entrar na cabine ao lado e tentar ouvir algo e logo em seguida\u00a0<strong>entro\u00a0para ver o cesto de papel higi\u00eanico,<\/strong> ou se ficou algo na privada. Uma vez fui no banheiro da faculdade e tinha uma cueca no cesto do lixo, indicando que o cara que a usava estava com uma caganeira daquelas que me pira o cabe\u00e7\u00e3o, tirei fotos e acho que postei no blog. Sempre que vou em banheiros p\u00fablicos e vejo algum resqu\u00edcio de que o cara estava com caganeira j\u00e1 \u00e9 motivo para ali mesmo eu<strong> gozar&#8221;<\/strong>.<\/p>\n<blockquote><p>O simples ato de imaginar o cara de cal\u00e7as arriadas, sentado na privada, cagando, pra mim isso me excita demais, demais mesmo, ainda mais quando eles ficam de pau duro, pois sim, isso acontece com muitos homens &#8211; Vivo Clarotim<\/p><\/blockquote>\n<h3>Ningu\u00e9m quer entend\u00ea-los<\/h3>\n<p>Se voc\u00ea resolver fazer um porn\u00f4zinho com merda nos Estados Unidos, poder\u00e1 ter que <a href=\"http:\/\/www.vice.com\/pt_br\/read\/nos-eua-voce-pode-ser-preso-por-fazer-porno-scat\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">enfrentar os homens da lei<\/a>.\u00a0No Brasil, isso n\u00e3o acontece, mas tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 muito recomendado falar sobre o assunto com amigos e familiares. Eu j\u00e1 comentei\u00a0algumas vezes aqui sobre\u00a0<strong>parafilias\u00a0<\/strong>&#8211; vale lembrar que o<strong>\u00a0<\/strong>scat \u00e9 uma das parafilias mais estigmatizadas. Aprendemos muito cedo que coc\u00f4 \u00e9 algo <strong>nojento<\/strong>, ent\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil entender que aquele toro\u00e7o\u00a0pode ser algo extremamente agrad\u00e1vel para algumas pessoas.<\/p>\n<p>L\u00e9o j\u00e1 ouviu diversas afirma\u00e7\u00f5es preconceituosas, mas n\u00e3o se abala. \u201cUma entrevista que dei a um outro site foi um term\u00f4metro sobre esse assunto. Recebi pouqu\u00edssimos coment\u00e1rios positivos com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pr\u00e1tica. Muita gente sente nojo e at\u00e9 a\u00ed tudo bem&#8230; O problema s\u00e3o os que nos julgam e chamam de <strong>doentes<\/strong>, d\u00e9beis mentais. Eu sou extremamente normal, me considero inteligente, sou jornalista, apare\u00e7o em TV, escrevo textos, saio com amigos para tomar uma cerveja, gosto de cinema, pizza, vinho, etc\u2026\u201d<\/p>\n<blockquote><p>O \u00e2nus \u00e9 uma parte escondida do corpo, \u00e9 preciso que, pelo menos, as n\u00e1degas da pessoa sejam abertas para que possa ser visto. Freud, pai da psican\u00e1lise, diz que nesse caso o coc\u00f4 seria uma esp\u00e9cie de presente. Algo que a pessoa oferta \u00e0 outra &#8211;\u00a0L\u00e9o Scat<\/p><\/blockquote>\n<p>Jorge Leite Jr. ressalta que em tempos passados\u00a0o espanto em torno do scat talvez tenha sido diferente. \u201cPode ter acontecido que outras\u00a0\u00e9pocas hist\u00f3ricas,\u00a0onde o contato com os excrementos n\u00e3o era t\u00e3o baseado no <strong>medo higienista<\/strong> de doen\u00e7as, nem na sensibilidade enojada do pr\u00f3prio corpo, por exemplo, o <strong>cheiro de urina<\/strong> nos genitais ou as fezes sa\u00edrem durante o sexo anal n\u00e3o fosse algo t\u00e3o<strong> constrangedor e broxante<\/strong> como \u00e9 para a maioria das pessoas hoje em dia\u201d, explica.<\/p>\n<h3>Sa\u00fade<\/h3>\n<p>O bi\u00f3logo estadunidense Ralph Lewin, em seu livro <a href=\"https:\/\/itunes.apple.com\/br\/book\/merde\/id421420504?mt=11\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><em>Merde: Excursions in Scientific, Cultural, and Sociohistorical Coprology<\/em><\/a> fala principalmente sobre a coprofagia (h\u00e1bito de engolir fezes) entre animais como coelhos e c\u00e3es. Em alguns par\u00e1grafos, cita tamb\u00e9m os humanos, afirmando que <strong>o consumo de fezes de camelo<\/strong>\u00a0\u00e9 recomendado por bedu\u00ednos como um rem\u00e9dio para disenteria bacteriana. Sua efic\u00e1cia foi confirmada por soldados alem\u00e3es na \u00c1frica durante a Segunda Guerra Mundial.<\/p>\n<p>Os riscos da ingest\u00e3o de fezes podem incluir <strong>doen\u00e7as<\/strong> como a hepatite viral e infec\u00e7\u00f5es intestinais parasit\u00e1rias como a giard\u00edase, ameb\u00edase, criptosporidiose, desinteria bacteriana e infesta\u00e7\u00e3o por lombrigas. O contato com os olhos tamb\u00e9m \u00e9 perigoso, podendo causar desde irrita\u00e7\u00f5es, at\u00e9 infec\u00e7\u00f5es mais graves.<\/p>\n<p>\u201cQuando as pessoas me perguntam sobre a ingest\u00e3o de fezes, eu procuro sempre dissuadi-las disso, pois tenho medo das doen\u00e7as\u201d, diz Vivo. L\u00e9o Scat gosta de colocar a merda na boca, mas n\u00e3o engole. <strong>O gosto<\/strong>, geralmente \u00e9 amargo, mas pode acontecer de ser adocicado. Ele nunca teve problemas, mas recomenda cuidados: \u201cpara quem engole bastante, tomar <strong>verm\u00edfugo<\/strong> antes e depois da pr\u00e1tica \u00e9 algo que ajuda a combater poss\u00edveis doen\u00e7as\u201d.<\/p>\n<h3>Trabalho &#8220;de merda&#8221;<\/h3>\n<div class=\"epcl-gallery\"><ul class=\"columns-1 grid-container grid-parent np-tablet np-mobile\"><\/ul><div class=\"clear\"><\/div><\/div>\n<p>Barbara foi apresentada ao mundo da pornografia com scat por <a href=\"http:\/\/murdoque.com.br\/que-merda-e-2-girls-1-cup.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Marco Fiorito (voc\u00ea com certeza conhece esse cara)<\/a>\u00a0. Desde ent\u00e3o, ela faz grava\u00e7\u00f5es toda semana, e consegue multiplicar\u00a0seus ganhos mensais gra\u00e7as \u00e0 merda. Toda segunda-feira, ela tamb\u00e9m vende um pouco de seu coc\u00f4 a um cliente, que paga 100 reais em\u00a0cada potinho cheio.<\/p>\n<p>Os filmes s\u00e3o produzidos apenas para consumidores estrangeiros, o que permite \u00e0s atrizes ter fam\u00edlia e trabalho sem maiores dores de cabe\u00e7a. Barbara est\u00e1 do lado considerado mais f\u00e1cil das cenas, pois atua apenas como &#8220;fornecedora&#8221;, ou seja, n\u00e3o coloca as fezes de outras atrizes na boca.<\/p>\n<p>Veja tamb\u00e9m nossos outros\u00a0<a href=\"https:\/\/xplastic.com.br\/documentarios-sobre-sexo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">document\u00e1rios sobre sexo<\/a>. E uma entrevista que fizemos com um <a href=\"https:\/\/xplastic.com.br\/fetiches-estranhos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">praticante de Scat que mantem um blog sobre o assunto<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ouvi\u00a0homens que gostam muito de brincar com merda e uma mulher\u00a0que pratica\u00a0toda semana com o marido. 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