{"id":119,"date":"2014-08-25T19:39:31","date_gmt":"2014-08-25T22:39:31","guid":{"rendered":"https:\/\/xplastic.com.br\/descobri-segredos-das-crossdressers\/"},"modified":"2020-05-20T10:33:29","modified_gmt":"2020-05-20T13:33:29","slug":"descobri-segredos-das-crossdressers","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/xplastic.com.br\/blog\/descobri-segredos-das-crossdressers\/","title":{"rendered":"Descobri os segredos das crossdressers"},"content":{"rendered":"<p><strong>Para saber o que pensam os homens que se vestem de mulher, entrevistei crossdressers casadas com mulheres, a cartunista transg\u00eanera Laerte Coutinho, uma cross\u00a0que s\u00f3 se monta por fetiche, outra que s\u00f3\u00a0gosta de homens\u00a0e at\u00e9 um\u00a0cara\u00a0que \u00e9 fissurado por elas<\/strong> <!--more--><\/p>\n<h3><b>Priscila e sua rainha<\/b><\/h3>\n<p>Fui recebida pela esposa da crossdresser Priscila com um copo de cerveja gelada e muita vontade de me contar todas\u00a0as aventuras\u00a0de seu casamento. Priscila \u00e9 o nome pelo qual Domme V. batizou Martins, o lado crossdresser de seu atual marido. \u201cQuando se monta, ela \u00e9 <strong>exibicionista<\/strong>, divertida e f\u00fatil, n\u00e3o tem as neuroses do Martins. Somos amigas, transamos e <strong>ela obedece tudo o que eu mando<\/strong>\u201d, revela Domme.<\/p>\n<div class=\"epcl-gallery\"><ul class=\"columns-3 grid-container grid-parent np-tablet np-mobile\"><\/ul><div class=\"clear\"><\/div><\/div>\n<p>Como o nome sugere, a esposa de Martins \u00e9 uma mulher adepta da domina\u00e7\u00e3o, principalmente psicol\u00f3gica, e \u00e0s vezes leva amigas para casa, estimulando que elas interajam com a vers\u00e3o feminina dele: \u201ceu j\u00e1 at\u00e9 tentei introduzir no <strong>sexo<\/strong>, mas elas ficam apavoradas. Trouxemos uma menina super moderninha aqui, mas ela travou, n\u00e3o conseguiu nem dar uma mordida inocente na bunda da Priscila quando eu pedi\u201d.<\/p>\n<p>\u201cUm grande <strong>tes\u00e3o<\/strong> que eu tenho \u00e9 ver essa cara de espanto que voc\u00ea fez quando me viu\u201d, me disse Martins, j\u00e1 montado (ou montada). Quando apareceu na sala, alt\u00edssima no salto, com um vestido preto, toda gostosona, eu n\u00e3o consegui acreditar que aquela mulher era a mesma pessoa de apar\u00eancia masculina que eu havia visto em fotos. Nos dias normais, ele \u00e9 s\u00f3cio de uma empresa\u00a0e n\u00e3o pode sequer\u00a0cogitar se <strong>assumir<\/strong> para familiares e a maior parte dos conhecidos, mas se trasveste em casa todos os finais de semana. Isso porque o casal mora com os pais dele, sen\u00e3o a frequ\u00eancia seria ainda maior&#8230;<\/p>\n<p>Coment\u00e1rios humilhantes, como &#8220;nossa, quanta celulite&#8221;, &#8220;esse vestido est\u00e1 super\u00a0cafona&#8221;, ou &#8220;a Priscila \u00e9 muito burra&#8221;, s\u00e3o parte do teatro sexual que faz o casal ir ao del\u00edrio. Sem pudores, Martins conta tudo: \u201cgeralmente, fazemos sexo\u00a0olhando minhas fotos como Priscila. Ela me humilha com coisas do tipo \u2018olha o que eu te obrigo a fazer\u2019, me manda falar para os outros <strong>&#8216;minha rainha me obriga a com\u00ea-la&#8217;<\/strong>\u00a0e eu tenho muito tes\u00e3o nisso. Quase sempre n\u00f3s transamos quando eu estou montado, mas dificilmente eu gozo assim, tenho que tirar alguns acess\u00f3rios para ter orgasmo. <strong>E na hora que eu gozo, eu n\u00e3o suporto mais me olhar no espelho como mulher<\/strong>\u201d.<\/p>\n<p>Eu e a fot\u00f3grafa Les Chux, que estava ali para fazer o ensaio fotogr\u00e1fico da Priscila, presenciamos esse <strong>jogo sexual de poder<\/strong>\u00a0que rola entre o casal. Muitas vezes, Domme V. respondia minhas perguntas no lugar de Priscila e interferia bastante nas poses das fotos. No entanto,\u00a0no dia a dia, o casal garante que a domina\u00e7\u00e3o e a submiss\u00e3o n\u00e3o est\u00e3o muito presentes. Ela explica: \u201ceu n\u00e3o sou uma dominadora psic\u00f3tica, n\u00e3o interfiro nas quest\u00f5es pessoais do Martins. Mas mesmo que eu esteja de pijama, se for em um contexto mais sexual, ele ou ela v\u00e3o ter que me obedecer\u201d.<\/p>\n<p>As primeiras lembran\u00e7as que Martins tem de ser uma crossdresser n\u00e3o s\u00e3o muito claras, porque aos 15 anos ele sofreu um acidente e ficou cinco dias em coma: \u201calgumas coisas se aparagam da minha mem\u00f3ria, tenho s\u00f3 flashes da inf\u00e2ncia, mas <strong>lembro da filha da empregada me vestindo com roupas de menina <\/strong>e\u00a0me maquiando quando eu tinha cinco anos de idade. Tive experi\u00eancias homossexuais com dez e 12 anos com um vizinho, mas depois nunca mais, hoje sou h\u00e9tero. Comecei a vestir roupas da minha m\u00e3e e depois, na adolesc\u00eancia, tamb\u00e9m fui desenvolvendo meu lado submisso\u201d.<\/p>\n<p>As namoradas dele \u201cmeio que aceitavam\u201d; os relacionamentos de Martins afundavam quando as mulheres viam a frequ\u00eancia com que ele gostava de ser a Priscila e que o tes\u00e3o dele era sempre transar como mulher. Domme V. foi a companheira\u00a0perfeita, porque sempre esteve aberta a novos fetiches e porque, claro, rolou um amor forte entre eles.<\/p>\n<div class=\"epcl-gallery\"><ul class=\"columns-3 grid-container grid-parent np-tablet np-mobile\"><\/ul><div class=\"clear\"><\/div><\/div>\n<h3><b>Express\u00f5es<\/b><\/h3>\n<p>Eliane Kogut, psic\u00f3loga que fez uma <a href=\"http:\/\/www.bccclub.com.br\/teste\/teses\/ElianeKogut.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">tese de\u00a0doutorado sobre crossdressers<\/a>, n\u00e3o encontrou durante sua pesquisa\u00a0 nenhuma CD (abrevia\u00e7\u00e3o popularmente usada) que gostasse exclusivamente de homens. Em boa parte eram <strong>homens casados com mulheres<\/strong>, que <a href=\"https:\/\/xplastic.com.br\/blog\/crossdresser-tudo-o-que-voce-precisa-saber\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">curtem se vestir de mulher<\/a> e interagir sexualmente como tal, mas n\u00e3o pretendem ir a p\u00fablico travestidos. Apesar disso, quando Eliane perguntou para as CDs o que fariam caso pudessem viver como mulheres em uma sociedade livre de opress\u00f5es, muitas afirmaram desejar viver sempre vestidas de mulher e que se envolveriam\u00a0ainda mais em atividades femininas.<\/p>\n<p>Essa pesquisa pode levantar a seguinte quest\u00e3o: seria o crossdressing uma forma de express\u00e3o constru\u00edda pelas barreiras sociais? Aquilo o que as cross fazem esporadicamente entre quatro paredes poderia ser feito publicamente e com maior frequ\u00eancia, se n\u00e3o fosse o <strong>preconceito<\/strong> em ambientes familiares, de trabalho, entre amigos e na rua? Respostas que s\u00f3 podem ser dadas individualmente pelas crossdressers e que fazem parte dos objetivos da minha mat\u00e9ria.<\/p>\n<p>Comecei a me questionar os porqu\u00eas de eu nunca ter desejado me vestir como homem\u00a0e a resposta estava no meu arm\u00e1rio: eu tenho coturnos, camisas, cal\u00e7as largas, calcinhas estilo cuequinha, posso usar j\u00f3ias\u00a0masculinas, posso ter tatuagens meio \u201cde macho\u201d e ningu\u00e9m vai me encher o saco. Mas basta um homem sair na rua de saia, OU com uma bolsa feminina, OU um item de maquiagem na cara que, pronto: &#8220;VIADINHO!&#8221; N\u00e3o quer ser viril? &#8220;BAITOLA!&#8221;\u00a0Imaginei-me como um homem e pude enxergar\u00a0que tenho bem mais liberdade para usar roupas e adornos sem\u00a0me chamarem de &#8220;caminhoneira&#8221;\u00a0por a\u00ed.<\/p>\n<p>Talvez, s\u00f3 talvez, isso aconte\u00e7a porque o time feminino \u00e9 perdedor desde que o mundo \u00e9 mundo. Na maioria absoluta das sociedades, os <strong>homens t\u00eam mais poder<\/strong> e sempre usaram e abusaram dele. Ent\u00e3o, cara, como assim voc\u00ea quer usar o uniforme delas? Esse batom te torna mau sujeito, essa voz fina te deixa\u00a0fr\u00e1gil, essa perna depilada te garante que voc\u00ea vai experimentar o gosto que o machismo tem.<\/p>\n<h3><b>Laerte, cartunista trans<\/b><\/h3>\n<div id=\"attachment_12615\" style=\"width: 690px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-12615\" class=\"wp-image-12615 size-full\" src=\"https:\/\/s3.amazonaws.com\/xplastic-media\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/Laerte-1.jpg\" width=\"680\" height=\"1024\" \/><p id=\"caption-attachment-12615\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Rafael Roncato<\/p><\/div>\n<p>Laerte veio \u00e0 p\u00fablico como <strong>crossdresser<\/strong> h\u00e1 alguns anos e, mesmo com o peso de ser uma cartunista famosa, n\u00e3o liga de\u00a0ser entrevistada sobre o assunto. Atualmente, ela se v\u00ea como uma mulher transg\u00eanera e n\u00e3o como cross. Numa breve conversa, me explicou que a <strong>transgeneridade \u00e9 um conceito mais amplo que o crossdressing<\/strong> e que serve\u00a0para dar conta de todas as formas de inconformidade com o padr\u00e3o bi-g\u00eanero, ou seja, a divis\u00e3o entre homem-mulher condicionada ao sexo biol\u00f3gico da pessoa.<\/p>\n<p>\u201cNo Brasil, o crossdressing se trata de uma manifesta\u00e7\u00e3o da travestilidade com frequente duplicidade de express\u00e3o e manifesta\u00e7\u00e3o clandestina. \u00c9 algo mais t\u00edpico de pessoas de <strong>classe m\u00e9dia<\/strong>, que t\u00eam\u00a0um preconceito bastante frequente em rela\u00e7\u00e3o a travestis &#8211; vistas, sob esse olhar, como pessoas ligadas \u00e0 prostitui\u00e7\u00e3o. No entanto, o que o crossdressing exprime \u00e9, na ess\u00eancia, a mesma inconformidade em rela\u00e7\u00e3o aos padr\u00f5es de g\u00eanero de nossa cultura; quer dizer, s\u00e3o ambas formas de transgeneridade\u201d, diz Laerte.<\/p>\n<p>Ela\u00a0conseguiu chegar a essa conclus\u00e3o e \u201cter um entendimento mais amplo do que estava se passando\u201d a partir de discuss\u00f5es dentro do <a href=\"http:\/\/www.bccclub.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Brazilian Crossdresser Club<\/a>,\u00a0associa\u00e7\u00e3o que orientava as CDs brasileiras na \u00e9poca. Desde ent\u00e3o, a palavra\u00a0crossdresser j\u00e1 n\u00e3o contempla\u00a0a cartunista. Laerte conta que\u00a0tinha\u00a0uma confus\u00e3o sobre como <strong>expressar seu g\u00eanero<\/strong> e sua orienta\u00e7\u00e3o sexual at\u00e9 o momento em que come\u00e7ou a se colocar como mulher.<\/p>\n<p>E mesmo que muita gente\u00a0pense\u00a0que termos como &#8220;crossdresser&#8221; e &#8220;transg\u00eanero&#8221; sejam defini\u00e7\u00f5es limitantes, que n\u00e3o permitem uma fluidez, eles t\u00eam sim sua import\u00e2ncia para Laerte: \u201cas identidades t\u00eam um papel importante no fortalecimento e desenvolvimento da pr\u00f3pria express\u00e3o, uma vez que geram culturas grupais que podem fornecer<strong> seguran\u00e7a e for\u00e7a pol\u00edtica<\/strong> a quem delas participa. Mas \u00e9 verdade que tamb\u00e9m se constituem em novas normas, <strong>novos padr\u00f5es<\/strong>, que geram novos conflitos, sem resolver a quest\u00e3o de base. Acho que hoje ainda \u00e9 muito forte a presen\u00e7a de modelos de comportamento, para que consigamos navegar com liberdade, mas acho que \u00e9 o caminho desej\u00e1vel\u201d.<\/p>\n<p>Como horizonte futuro, ela at\u00e9 cogita poss\u00edveis mudan\u00e7as: \u201cacho que a express\u00e3o transg\u00eanera pode ter muit\u00edssimas formas e que <strong>o modo como a vivo hoje pode se transformar<\/strong>. Mas algo como a transgeneridade n\u00e3o &#8216;flui&#8217; para a inexist\u00eancia, a n\u00e3o ser como uma atitude de nega\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<h3><b>Julia, crossdresser fetichista<\/b><\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-41570 size-full\" src=\"https:\/\/s3.amazonaws.com\/xplastic-media\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/Julia-CD1.png\" width=\"949\" height=\"712\" \/><\/p>\n<p>Para\u00a0Julia, o ato de se vestir de mulher \u00e9 apenas\u00a0parte de um <strong>fetiche;<\/strong>\u00a0algo que tem<strong>\u00a0<\/strong>sua import\u00e2ncia na identidade sexual, mas n\u00e3o est\u00e1 nas bases da sua expres\u00e3o de g\u00eanero. Diz ela: \u201ceu n\u00e3o me sinto dividido ou em d\u00favida quanto \u00e0 minha sexualidade. Sou um homem que tem um fetiche um pouco diferente apenas, mas fora dele, vivo normalmente\u201d.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio\u00a0da maioria das crossdressers, que t\u00eam lembran\u00e7as da inf\u00e2ncia e juventude relacionadas \u00e0 vontade de se montar, Julia manifestou isso tarde: \u201cfoi bem diferente das crossdressers que conhe\u00e7o, aconteceu quando li um conto er\u00f3tico sobre invers\u00e3o de papeis e crossdressing, duas coisas que me deixam cheio de tes\u00e3o. Eu tinha uns 35 anos e j\u00e1 era casado.<\/p>\n<p><strong>Conversei com a minha esposa<\/strong>, fui inserindo o assunto devagar e com calma. No in\u00edcio ela\u00a0at\u00e9 curtiu a ideia, mas quando me viu completamente montada, disse\u00a0que n\u00e3o gostou. Fiquei triste por n\u00e3o poder compartilhar esse peda\u00e7o da minha vida com ela\u201d.<\/p>\n<p>Para satisfazer seu enorme desejo, Julia conta que j\u00e1 cogitou dar uma &#8220;escapada&#8221; da heterossexualidade, porque acha mais f\u00e1cil encontrar homens que gostem de CDs do que mulheres: \u201cna verdade falta coragem para transar com um homem. O mesmo vale para travestis, pois apesar de curiosidade, nunca rolou\u201d.<\/p>\n<p><strong>Para entender outras diferentes formas de crossdressing, entrevistei mais tr\u00eas CDs e tamb\u00e9m um homem que curte muito estar com elas:<\/strong><\/p>\n<h3><b>Alice, se sua esposa soubesse&#8230;<\/b><\/h3>\n<div id=\"attachment_12613\" style=\"width: 582px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-12613\" class=\"wp-image-12613 size-full\" src=\"https:\/\/s3.amazonaws.com\/xplastic-media\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/Alice-Crossdresser.png\" width=\"572\" height=\"830\" \/><p id=\"caption-attachment-12613\" class=\"wp-caption-text\">Foto: acervo pessoal<\/p><\/div>\n<p>\u201cEu tinha um 13 anos quando percebi que gostava de me vestir de menina, quando coloquei a minha primeira calcinha e gostei muito de me ver no espelho. At\u00e9 hoje ningu\u00e9m da minha familia sabe que tenho esse outro lado. <strong>Minha esposa, se soubesse, me mataria!<\/strong><\/p>\n<p>Tenho um grande fetiche de sair montada na rua e de ir em um lugar que eu pudesse ficar de cinta-liga, me mostrando para muitos homens para ver o que eles fariam, mas isso eu ainda n\u00e3o tenho coragem de fazer\u201d.<\/p>\n<h3><b>Luanna, voc\u00ea nunca vai sair assim, n\u00e9?<\/b><\/h3>\n<div id=\"attachment_12893\" style=\"width: 329px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-12893\" class=\"wp-image-12893 size-full\" src=\"https:\/\/s3.amazonaws.com\/xplastic-media\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/10634179_358407194310006_2054329606_n.jpg\" width=\"319\" height=\"342\" \/><p id=\"caption-attachment-12893\" class=\"wp-caption-text\">Foto: arquivo pessoal<\/p><\/div>\n<p>\u201cA primeira lembran\u00e7a \u00e9 de quando eu tinha 13 anos de idade, no interior de Pernambuco. Um dia minha tia chegou em casa, falando que tinha visto um travesti na rua e me perguntou: voc\u00ea nunca vai ser assim n\u00e9, sobrinho? Aquilo ati\u00e7ou minha curiosidade, certo dia fui no varal da vizinha <strong>peguei uma calcinha e usei; aquilo me deu muito tes\u00e3o!<\/strong> At\u00e9 hoje apenas minha m\u00e3e sabe que me visto de mulher, ela entendeu, at\u00e9 foi comigo comprar as minhas primeiras roupas&#8230;<\/p>\n<p>Me relaciono com homens, mulheres e outras cross. Tive poucas experi\u00eancias sexuais com mulheres, mas gostei. Minha filosofia de vida \u00e9 assim: \u2018o importante \u00e9 gozar\u2019. Eu n\u00e3o tomo horm\u00f4nios, mas talvez no futuro eu mude de ideia, hoje n\u00e3o\u201d.<\/p>\n<h3><b>Rafaella, s\u00f3 para homens<\/b><\/h3>\n<p><b>\u201c<\/b>Eu tinha uns 12 anos, foi numa <strong>brincadeira das meninas da minha sala de aula.<\/strong> Durante um trabalho na casa de uma delas, de tanto elas dizerem que eu parecia mulher, acabei cedendo \u00e0 press\u00e3o e deixei elas me montarem. Mas s\u00f3 comecei a sair vestida de menina com uns 15, 16 anos mesmo. Minha familia n\u00e3o sabe, s\u00f3 primos e primas em quem tenho mais confian\u00e7a e uns amigos pr\u00f3ximos.<\/p>\n<p>Por mais que eu seja um menino bem afeminado e delicado, saio na rua como um menino. E eu gosto de homem mesmo\u2026 Mulher, CDs e travestis, s\u00f3 amizade\u201d.<\/p>\n<h3><b>Renato, casado e apaixonado pelas cross<\/b><\/h3>\n<p><b>\u201c<\/b>Eu sou casado com uma mulher, mas n\u00e3o consigo deixar de ter rela\u00e7\u00f5es com CDs e travestis. \u00c9 o que me satisfaz de forma plena, mas n\u00e3o assumo\u00a0publicamente. Bem que eu gostaria, mas a sociedade \u00e9 hip\u00f3crita e eu certamente perderia clientes, pois sou profissional liberal num meio onde todos muito tradicionais e conservadores.<\/p>\n<blockquote><p>Eu sou ativo, mas a sensa\u00e7\u00e3o de estar com uma mulher com p\u00eanis \u00e9 fant\u00e1stica<\/p><\/blockquote>\n<p>Tenho 50 anos e me relaciono com cross e travestis desde os 30.\u00a0Encontrado geralmente CDs que gostam de homens, ou s\u00e3o bissexuais.<\/p>\n<p><strong>J\u00e1 tive experi\u00eancias maravilhosas, numa delas eu\u00a0fiz um m\u00e9nage com uma mulher e uma CDzinha<\/strong>, os tr\u00eas enlouqueceram de tes\u00e3o! Uma travesti, inclusive, bem mais nova que eu, foi minha namoradinha por quase dez anos. Era uma rela\u00e7\u00e3o intensa, carinhosa e de muita entrega e prazer, mas sempre em paralelo ao meu casamento tradicional&#8221;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para saber o que pensam os homens que se vestem de mulher, entrevistei crossdressers casadas com mulheres.<\/p>\n","protected":false},"author":19,"featured_media":9277,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"kk_blocks_editor_width":"","_kiokenblocks_attr":"","_kiokenblocks_dimensions":"","footnotes":""},"categories":[10],"tags":[],"class_list":["post-119","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-reportagens"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v20.8 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Descobri os segredos das crossdressers - 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